Just be

 
Muito tempo sem tempo. Para tudo, mas sobretudo para aproveitar o tempo que passa demasiado depressa.
Este fim-de-semana foi bom. Muito bom. Cheio de actividades e momentos em que dava por mim a parar… para olhar, desfrutar, sentir esta criatura que cresce a olhos vivos, que adquire competências, aprende e absorve tudo o que o rodeia. Pode ser um cliché, mas é de facto a melhor experiência que se pode ter. A de ver um ser humano a desenvolver-se perante os teus olhos, partilhar essa existência e sentir um profundo e genuíno amor…
A par disso, assistir como perante o deserto, as pessoas se juntam e concretizam, abrindo as portas à comunidade, convidando todos a entrar e a estar, sobretudo uns com os outros.

* weekend *

Na cidade onde nasci, cumprimos a visita obrigatória… O Portugal dos Pequenitos. Criado nos anos 40, em Coimbra, por Bissaya Barreto e projectado pelo arquitecto Cassiano Branco. Apesar de oferecer uma visão do mundo bastante colonialista, quando visitada com uma criança de dois anos, nada disso interessa. Ele adorou estar num mundo com outra escala, cheios de aventuras. Eu gostei de voltar a um local de memórias de infância, desta vez com um outro olhar para os pormenores.

In the city where I was born, we made the mandatory visit…Portugal dos Pequenitos. Created in the 40’s, in Coimbra, by Bissaya Barreto and architect Cassiano Branco. Although it offers a world vision quite colonialist, when you visit it with a 2 year old, none of that matters. He loved to be in a different scaled world, full of adventures. I liked to go back to childhood memories, this time with a different look at the details.

*morning art*

De manhã cedo deparei-me com esta bela instalação artística. Sorri. Ganhei energia para o resto que aí vem… energia e vontade de seguir. O caminho é amanhã.

Early in the morning, I was faced with this beautiful art installation. I got the energy for what’s coming…energy and will to move on. The path is tomorrow.

happiness…*

“happiness is not a science, an art, or an outcome. it can’t be quantified, procured, or consumed. it’s not invented but comes naturally… it’s what we are when we are utterly ourselves in unaffected ease.” ~ karen maezen miller

* true *